A diretora da Obra Católica Portuguesa das Migrações (OCPM) considera que a mensagem do Papa para o 51.º Dia Mundial da Paz, celebrado esta segunda-feira, pode ajudar a uma nova visão sobre os migrantes e refugiados.

“As pessoas migram porque querem paz, porque fogem de conflitos armados, fogem das alterações climáticas, porque querem uma vida melhor. De alguma forma procuram a paz, é uma aspiração muito humana”, desenvolve Eugénia Quaresma, em declarações à ECCLESIA.

A diretora da OCPM e o presidente da Cáritas Portuguesa, Eugénio Fonseca, analisam entre hoje e sexta-feira, na Antena 1 da rádio pública (22h45), a mensagem ‘Migrantes e refugiados: homens e mulheres em busca de paz’ do Papa Francisco para o Dia Mundial da Paz 2018.

Eugénio Fonseca revela que quando leu a mensagem ficou com a ideia que ao “tocar a essência dos problemas humanos”, entre outros a migração, o Papa Francisco “está a revelar as preocupações, o que está no pensamento de Deus”.

“Habituou-nos a não estar tão preocupado com a formulação de conteúdos teológicos sobre assuntos que são profundamente humanos porque sabe que têm de ser profundamente teológicos”, assinala o responsável nacional pela Cáritas.

Eugénia Quaresma, por sua vez, realça que todos procuram a paz seja na relação pessoas, porque “existem muitos conflitos interiores”, e “é aí que começa a construção da paz”, e na relação com o outro.

Agência Ecclesia – ler artigo completo aqui.