A mensagem do Papa para o próximo Dia Mundial do Migrante e do Refugiado, divulgada hoje pela Santa Sé, sublinha quatro verbos essenciais para responder aos desafios neste setor: “acolher, proteger, promover e integrar”.

No documento preparado para essa celebração, que vai ser assinalada a 14 de janeiro de 2018, Francisco reforça a sua preocupação pela “lamentável situação que vivem tantos migrantes e refugiados”, devido a contextos de “guerra, perseguição, pobreza e de catástrofes naturais”.

Para o Papa argentino, este contexto “é sem dúvida um sinal dos tempos” que deve também desafiar a Igreja Católica.

Recorde-se que no final de 2016, Francisco criou o Dicastério para a Promoção do Desenvolvimento Humano Integral, organismo que ainda está neste momento sob a sua orientação direta, para abordar toda a problemática dos migrantes, deslocados, refugiados e vítimas de tráfico humano.

“Todo o estranho que bate à nossa porta é uma oportunidade para um encontro com Cristo”, recorda o Papa, citando o Evangelho de São Mateus para traçar a marca de “solidariedade” que deve caraterizar “cada passo da experiência migratória”.

“Esta é uma grande responsabilidade, que a Igreja quer partilhar com todos os crentes e homens e mulheres de boa vontade, que são chamados a responder aos muitos desafios da migração contemporânea, com generosidade, prontidão, sabedoria e visão, de acordo com as capacidades de cada um”, escreve Francisco.

Agência Ecclesia – ler artigo completo aqui.

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